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	<title>Blog &#8211; Clínica Veterinária Vetlírios</title>
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	<description>Tratamos o seu animal com atenção, carinho e competência</description>
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		<title>As consequências do Excesso de Banhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 16:23:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Manter a higiene dos nossos animais de estimação é importante, mas o excesso de banhos pode trazer consequências prejudiciais à saúde da pele e do pelo. A pele de cães e gatos possui uma camada natural de óleos que funciona como uma barreira protetora contra o ressecamento, alergias e infecções. Banhos em excesso podem remover [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Manter a higiene dos nossos animais de estimação é importante, mas o excesso de banhos pode trazer consequências prejudiciais à saúde da pele e do pelo.</p>
<p>A pele de cães e gatos possui uma camada natural de óleos que funciona como uma barreira protetora contra o ressecamento, alergias e infecções. Banhos em excesso podem remover essa camada, deixando a pele exposta e mais vulnerável a irritações e problemas dermatológicos.</p>
<p>Outro fator relevante é o pH da pele dos animais, que é diferente do pH da pele humana. Enquanto a nossa pele tem um pH ácido, o dos cães, por exemplo, tende a ser mais neutro ou levemente alcalino. Banhos frequentes, especialmente com produtos inadequados, podem desregular esse equilíbrio, causando secura, comichão, inflamações e até problemas mais graves, como dermatites. Estudos mostram que a remoção constante da camada lipídica também pode prejudicar o microbioma da pele, uma barreira natural que ajuda a proteger contra patógenios.</p>
<p>Curiosamente, banhos em excesso podem ter o efeito contrário ao desejado. Quando a pele perde a sua oleosidade natural, o corpo pode reagir aumentando a produção de óleo como mecanismo de compensação. Isso pode deixar o pelo com um aspecto oleoso e causar odores desagradáveis, ao invés de melhorar a higiene.</p>
<p>A frequência ideal de banhos varia conforme a raça, o tipo de pelo e o estilo de vida do animal. Por exemplo, cães com pelagem oleosa, como os Cocker Spaniels, podem precisar de banhos mensais, enquanto raças de pelo longo ou duplo, como os Huskies Siberianos, podem ter intervalos maiores entre os banhos. Gatos, por sua vez, têm uma rotina de higiene natural bastante eficiente e, salvo situações específicas, raramente necessitam de banhos.</p>
<p>Se tiver dúvidas sobre a frequência e os produtos mais indicados para o seu animal, consulte sempre o veterinário na Vetlirios. Ele pode orientar sobre as necessidades específicas de higiene, ajudando a evitar problemas de pele e garantindo o bem-estar do seu melhor amigo.</p>
<p>Manter o equilíbrio nos cuidados é essencial para uma pele saudável e um pelo bonito.</p>
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		<title>O calor afecta os animais?</title>
		<link>https://vetlirios.com/o-calor-afecta-os-animais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 09:40:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[Os seres humanos têm uma adaptação curiosa ao calor que nos diferencia de outros animais. Suamos muito, choramos, urinamos em grande quantidade e até as nossas fezes são mais líquidas em comparação com outros mamíferos. Este comportamento é especialmente estranho se pensarmos na teoria da savana, que sugere que os nossos ancestrais evoluíram em ambientes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os seres humanos têm uma adaptação curiosa ao calor que nos diferencia de outros animais. Suamos muito, choramos, urinamos em grande quantidade e até as nossas fezes são mais líquidas em comparação com outros mamíferos. Este comportamento é especialmente estranho se pensarmos na teoria da savana, que sugere que os nossos ancestrais evoluíram em ambientes secos e quentes onde a água era um recurso precioso. Nessa situação, desperdiçar tanta água não faria sentido, certo?</p>
<p>Aqui entra uma teoria alternativa chamada &#8220;Hipótese do Macaco Aquático&#8221;, proposta pela antropóloga Elaine Morgan. Segundo ela, muitos dos nossos traços fisiológicos e anatómicos, como a nossa abundante camada de gordura sob a pele e a capacidade de suar de forma tão eficaz, fazem mais sentido se pensarmos que os nossos antepassados possam ter vivido em ambientes aquáticos ou semi-aquáticos. Nestes ambientes, a água estaria sempre disponível, permitindo-nos desenvolver estas características sem grande preocupação com a perda de água.</p>
<p>Apesar das críticas que esta teoria recebeu ao longo dos anos, ela oferece uma explicação interessante para o nosso comportamento em relação ao calor. Por exemplo, enquanto cães e gatos, que têm glândulas sudoríparas apócrinas, precisam de ofegar para se refrescar (o que é pouco eficiente e desgastante), nós conseguimos manter a nossa temperatura corporal sob controlo através do suor. Aliás, um maratonista bem treinado consegue correr longas distâncias em climas quentes sem sobreaquecer, algo que seria impossível para muitos outros animais.</p>
<p>Esta adaptação única que temos ao calor deveria também influenciar a forma como cuidamos dos nossos animais. É comum ver pessoas a correr com os seus cães ao meio-dia, quando o calor está no pico. No entanto, muitos não sabem que os cães não conseguem dissipar o calor tão bem como nós. O ofegar ajuda, mas não é suficiente, e o risco de um golpe de calor é real e perigoso para eles.</p>
<p>Resumindo, a nossa capacidade de lidar com o calor é uma particularidade evolutiva que nos distingue, mas isso não significa que os nossos animais de companhia consigam o mesmo. É importante estarmos conscientes dessas diferenças para garantir o bem-estar dos nossos amigos de quatro patas.</p>
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